Há muitos anos venho acompanhando o trabalho da Galp e de seu interessante posicionamento de “energia positiva”. É muito curioso observar como empresas de petróleo rapidamente se reposicionaram como empresas de energia e como algumas, como a Galp (em Portugal) e a BP (na Inglaterra) conseguiram dar uma tradução legal para isso.

O Leandro, sempre antenado e muito rápido, postou ontem um comercial da Galp criado pela BBDO Portugal que encoraja as pessoas a darem carona e que conscientiza sobre o desperdício de se andar com o carro vazio. Belo jeito de sensibilizar. E, mais legal que o filme em si é que a Galp criou uma comunidade na web para facilitar o processo e viabilizar as caronas.

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O projeto da Castrol prometia ser muito bacana: uma espécie de Mythbusters de lendas relacionadas a automóveis. Daquelas do tipo se o truque da banana no escapamento realmente funciona e por aí vai. Ele foi desenhado em uma parceria da Mindshare com o Break.com, responsável pelo conteúdo. Os vídeos que já estão online não tem tanta graça quanto eu imaginava. Mas quem sabe com o tempo sobem coisas mais legais. Senão entra por rol das coisas que o conceito é supera em muito a execução. Vamos aguardar… Vocês podem conferir aqui.

- via Adweek

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O New York Times publicou um artigo no último domingo sobre um projeto da Topps que dá nova vida aos trading cards esportivos (o mais popular deste tipo aqui no Brasil foi o “Super Trunfo“). De olho na sobrevivência em um mercado que encolhe a olhos vistos (passou de 1 bilhão de dólares para cerca de 200 milhões/ano), a empresa que hoje pertence ao ex-CEO da Disney, Michael Eisner,: tratou de reinventar seu principal produto: os cards de jogadores de baseball que comercializa desde a década de 50 e que começaram a perder a relevância e o apelo pois os meninos começaram a se informar sobre estatísticas de jogadores de graça na Internet.

A aposta da empresa foi criar uma rede social online em torno dos cards e deu a eles um novo significado adotando a tecnologia da realidade aumentada. O Topps 3D Live permite não apenas ver em 3D a figura do jogador, como interagir e comandar esta imagem, permitindo disputas virtuais utilizando a combinação de webcam e teclado.

Um case interessante não só no sentido da pertinência do uso da tecnologia mas também pelas reflexões que promove sobre o modelo de negócio: o que é o produto, como deve ser precificado e como se pode ganhar dinheiro com isso.

Com o novo formato surgem novas possibilidades. De um modelo que envolvia licenciamento e royalties e que terminava com a venda do produto para o consumidor final passamos para um formato de relacionamento, onde o jogo apenas começa quando se vende as cartas. E onde talvez seja possível explorar coisas como publicidade no game online, uma divisão de receitas com as operadoras de telefonia quando se joga via mobile, e por aí vai… (pelo que entendi ainda só está disponível para jogar via webcam mas acredito que a versão mobile não deve demorar). Resta saber como vão aproveitar isto tudo e que produtos, serviços e formas de receita virão por aí.

De todo modo parece sábio o suporte em papel cartonado para intermediar a experiência na tela e servir como instrumento de troca e de sinalização de posse da tecnologia no mundo físico (que permite, entre outras coisas exibir com orgulho para os amigos).

Vejam no vídeo abaixo um demo da tecnologia, desenvolvida pela empresa francesa Total Immersion:

- Gostou do assunto ? O Brainstorm#9 e o PSFK também publicaram a este respeito.

A operadora de telefonia celular Boost Mobile se relançou nos EUA com uma campanha polêmica criada pela 180 Los Angeles. Ela conta com uma oferta tentadora ($50 por mês sem contrato para o uso ilimitado de ligações, textos, voz e walkie talkie). Mas escolheu uma forma muito pouco tradicional para comunicar que seu pacote, além de atrativo, não tem taxas escondidas como os de outras operadoras.

Confiram abaixo duas execuções em inglês e aqui a para o mercado hispânico:

Coroner

Bicycle

Este tipo de estratégia é bastante perigosa: ao mesmo em tempo que tem forte impacto não deixa uma boa impressão. É irÔnico e memorável mas, definitivamente, não constrói uma imagem aspiracional para a marca. Freak !

Update: Saiu mais um dos comerciais da campanha, “Pigs”. Confiram aqui.

Uso inteligentíssimo de banners integrados (com uso de vídeo) na homepage do New York Times para a campanha “Get a mac” da Apple.

Confiram:

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A marca Vasenol, da Unilever, fez uma ação interessante em uma cidadezinha do Alasca. Montou um showroom em que distribuía amostras grátis de uma de suas loções. Para ter acesso à amostra grátis tudo o que as pessoas tinham que fazer era contar quem havia lhes contado da ação de sampling. Com isso a marca visava identificar os influenciadores no processo.

A idéia era encontrar a pessoa que mais gerou visitas. E chegaram ao nome de Petal Ruch, 40 anos, mãe de quatro criancas, que experimentou a loção e saiu espalhando a novidade. Agora a marca fará uma campanha com ela. O hotsite já está no ar. Confiram aqui. O projeto foi criado pela BBH com produção da @radicalmedia.

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Os QR Codes (que já comentei em nota anterior) estão se tornando cada vez mais populares e tendo seu uso cada vez mais difundido mundo afora. Duas iniciativas diferentes chamaram minha atenção nos últimos tempos e estão ligadas ao uso de QR Codes para impulsionar o turismo, munindo o viajante comum de informações acessíveis pelo celular.

A primeira delas acontece no Japão:: a cidade de Yonezawa espalhou uma série de posters com mapas e QR Codes. Os QR Codes levam as pessoas a sites que oferecem informações em japonês ou inglês sobre pontos turísticos, lojas e restaurantes.:

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A segunda na Áustria: para promover uma exposição, o Museu de História Natural de Viena, inseriu um QR code nos posteres que chamam para o evento. O código direcionava os aparelhos para um site mobile onde, além de saber mais sobre a exposição, era possível baixar um jogo relacionado à mostra.

Estas iniciativas são interessantes porque, independente da tecnologia utilizada (que poderia ser outra) pontuam usos interessantes do aparelho celular. Daqui a pouco, com a crescente evolução dos aparelhos e, por exemplo, com a disseminação de celulares com câmera e o barateamento dos pacotes de dados, teremos usuários mais familiarizados com estas tecnologias permitindo que ações interessantes como estas aconteçam com maior frequência aqui mesmo no Brasil.

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Se foi na Globo e você é são paulino, deve ter ficado revoltado como eu. Eles interromperam o jogo no meio (e bem no momento do primeiro gol) para mostrar a prisão de Alexandre Nardoni. Revoltante !

Pior é que na hora em que percebi que tinha sido gol (na micro imagem que eles disponibilizaram do jogo no cantinho) e mudei pro SporTV, o gol já tinha rolado. Ou seja, tive que esperar passar o fim da infame reportagem de plantão para ver o gol do Adriano.

Triste é pensar que isso dá audiência !!

O blog da Trivela levanta bem a polêmica. Confiram.

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Convido vocês a acompanharem de perto o Radar Esporte, um novíssimo blog sobre marketing esportivo.

Liderado pelo publicitário (e planejador) Dida Louvise, tem como missão discutir melhores práticas e alternativas para o esporte nacional. E, como não poderia deixar de ser, comentar as campanhas publicitárias relevantes mundo afora.

Os textos já postados são muito interessantes. Fica a dica aos que, como eu, adoram esporte e marketing.

Como comentamos na semana passada, agora foi ao ar o comercial finalizado do novo walkman da Sony. Confiram abaixo e me digam se gostaram mais do trailer ou do comercial em si. Eu posso dizer que a edição do comercial ajuda bem a entender o conceito e dá emoção mas que o projeto em si é mais interessante que o resultado final… E você, o que acha ?!

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Categorias: E*Ideias, Opinião, Sites

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