Otto, startup de sistema de caminhões autônomos recentemente comprada pelo Uber realizou na semana passada, em parceria com a Budweiser, a primeira entrega sem nenhum motorista no volante. Após viajar mais de 190 quilômetros pelas estradas do estado do Colorado, o caminhão realizou a entrega de mais de 51 mil latinhas de cerveja Budweiser para uma central de armazenamento da empresa.

uber-safe-kiosk-600x315-c

Uber, aplicativo que coloca passageiros em contato com motoristas profissionais, lançou uma campanha para evitar que motoristas bebam e dirijam. A Uber colocou um bafômetro em uma rua do Canadá depois da meia noite, horário em que os acidentes com motoristas alcoolizados triplicam. Os participantes que não passaram no teste ganharam uma carona para casa. A criação é da Rethink.

 

elaeleLançada em fevereiro, elaele é uma rede social de perguntas e respostas para que as pessoas possam tirar dúvidas sobre o sexo oposto, expressar opiniões e compartilhar experiências de vida, sem precisar se identificar. A rede conta com mais de 6 mil usuários e 5 mil perguntas, que variam entre temas como relacionamento, paquera, sexo, comportamento, entre outros. A ideia foi inspirada nas comunidades ‘Homens perguntam, mulheres respondem’ e ‘Mulheres perguntam, homens respondem’ do Orkut.

Depois de se cadastrar, o internauta pode fazer perguntas que são divididas por diferentes categorias. O usuário ganha pontos para cada pergunta ou interação com outros usuários, que servem para subir de nível. Ao todo, são 20 níveis e um ranking mostra as maiores pontuações de cada categoria. O site é voltado para o público jovem de 18 a 35 anos.

Seria interessante, daqui a um tempo, ver se (e como) a identidade de gênero influencia no debate. Vamos ficar de olho.

Update: No futuro a startup planeja criar um eleele e um elaela, e já tem estes domínios registrados, mas antes de colocar no ar, quer ter certeza da viabilidade do modelo proposto.

Assim como a Nike tornou o hábito de correr algo social, a BBH, através da sua empresa ZAG, que cria e vende novas marcas, quer tornar o hábito de aprender e tocar piano algo mais social também. Para isso desenvolveu uma didática e uma plataforma para o aprendizado a distância. Quem comanda tudo é David Sides, um músico auto didata com mais de 159 milhões de You Tube views. Por trás dele está a desenvolvedora de software Rain e dois professores doutores da New York University que também são fundadores do Consortium for Research and Evaluation of Advanced Technologies in Education (CREATE).

No programa Playground Sessions as pessoas aprendem a tocar piano através de hits de sucesso (Jackson 5, Aerosmith, Beyoncé) e de uma metodologia que envolve visualização de erros e acertos em uma interface gráfica e ferramentas de compartilhamento em redes sociais (como You Tube, Facebook e Twitter). O programa com 27 lições interativas e um pacote com 3 músicas a escolha do aluno custa US$ 149.  Tudo o que a pessoa precisa é PC ou Mac com um teclado USB ou com conexão MIDI. Eles também devem ganhar bem na cauda longa: cada música adicional custa US$ 6 e já tem um montão. A previsão é que sejam lançadas mais ao longo do tempo (dentro do modelo de sucesso das franquias Guitar Hero e Rock Band).

As aulas têm um quê de gamification também com o destravamento de badges e de músicas mais sofisticadas para usuários mais avançados. Confiram abaixo o vídeo que apresenta o projeto e lança o desafio de aprender a tocar piano em 30 dias. Vale também explorar o site.

Este filme criado pela GOOD/Corp Los Angeles para o Google Chrome conta a trajetória de um casal que decide abrir um restaurante em Austin, Texas. O restaurante realmente existe e parte do sucesso (além da comida, ambiente, localização e serviço) veio do buzz criado na web. Para quem ficar curioso, o restaurante é este aqui. No mais, mostra os pequenos empresários usando várias ferramentinhas do Google no dia a dia. A produção do filme é da Green Dot Films e a direção de Omri Cohen.

Confiram abaixo o comercial criado pela Venables Bell & Partners para o eBay que mostra não apenas a praticidade e a conveniência como tenta fazer com que as pessoas enxerguem cada vez mais o eBay como alternativa para compras de artigos novos.

Vou começar a falar um pouco das coisas que eu curti no TEDxAmazônia (#TEDxAM) e aproveitar para inaugurar aqui no blog a seção “Boas Ideias“. O post inaugural é sobre o Demos Helsinki, um coletivo finlandês que congrega oito pensadores e que tem como objetivo criar um modelo de democracia onde a felicidade ocupa papel central na agenda dos governos. Eles lançaram em parceria com o WWF um manifesto intitulado “A Política da Felicidade” que explica um pouco da proposta (e que você pode baixar aqui em inglês).

Aqui no SlideShare vocês podem ver a palestra que eles deram no TEDxAM onde sugerem que o Brasil trabalhe para se tornar uma super potência da felicidade.

O interessante do Demos Helsinki é que eles estruturam/fundamentam o pensamento a partir de uma série de pesquisas mas dão recomendações e sugestões extremamente práticas. E que fazem muito sentido. No “The Politics of Happiness” pontuam muito fortemente que a felicidade não é um estado de espírito e sim um processo e uma construção coletiva. Falam de como eliminar os muros que separam as pessoas (em espaços públicos, salas de aula) e de como motivá-las a cultivar sua própria felicidade (e a do outro).  E entre as suas propostas estão a criação de um fundo nacional de tempo que daria feriado àqueles que doassem trabalho cívico, a busca do design criativo de espaços públicos, a priorização do trabalho coletivo na educação, a não circulação de carros em áreas em que circulam crianças, entre outros.

Quem gostar do assunto pode se aprofundar também inclusive em algumas leituras e nas discussões que já rolam no Brasil. Uma que me parece interessante é a do FIB (Felicidade Interna Bruta), um experimento que aconteceu no Butão nos anos 70 e que vem sendo expandido para outros países, entre eles o nosso (leia aqui e aqui). E uma iniciativa que acho que vale olhar é a do IRBEM, aqui em São Paulo. No documento do Demos Helsinki com o WWF tem uma série de referências internacionais bacanas e que valem a pena nas páginas 26 e 27.

Olhando o que temos hoje diria que ainda tem um longo caminho pela frente mas talvez hajam atalhos. Sempre é um bom dia para começar e transformar.

taxi2

Em uma iniciativa “beta” a Virgin Atlantic lançou o site Taxi2, que disponibiliza ferramentas para que as pessoas possam dividir táxis com desconhecidos, e economizar fazendo bem ao meio ambiente, sem duplicar desnecessariamente as emissões. O projeto funciona já para os aeroportos de Londres e Nova York.

Para usar basta cadastrar-se no site da iniciativa e colocar as informações de vÔo, horários, origem e:destino e o sistema sugere pessoas para “rachar” o táxi com você. O sistema protege os dados dos usuários e oferece a opção de combinação dividida por sexo (só homens ou só mulheres).

Confiram abaixo um vídeo-demo:

Logotipo_VictorandSpoils

A agência Victor & Spoils criada criada por dois ex-VPs da Crispin, Porter + Bogusky e que atua sob o princípio de crowdsourcing sobre a qual eu escrevi aqui, concluiu seu primeiro desafio.

A agência havia lançado um desafio público no Crowdspring (ao prêmio de US$ 1 mil) na qual convocava designers de todas as partes para desenhar o logo da agência. O vencedor foi o logo acima criado por Andrea Bigiarini (@norbu56). É legal mas eu preferi este aqui, com referência direta ao Pirate Bay e o poder do coletivo.

O Twitter anunciou na última quinta-feira que passará a comercializar vinhos com sua marca. Eles serão produzidos pela vinícola Crushpad e beneficiarão a instituição “Room to Read”, que trabalha com projetos de educação de crianças de países pobres.

Serão duas opções de vinhos, Pinot Noir e Chardonnay, e cada garrafa custará US$ 20, dos quais US$ 5 serão encaminhados à ONG.: Já é possível fazer pedidos, mas os vinhos só serão engarrafados em agosto de 2010.

Confiram abaixo o vídeo de apresentação do projeto:



Muito bacana o serviço da Spoonflower que imprime em tecido, sem necessidade de metragem mínima, a ilustração que você criar. Assim, sua ilustração pode virar peça de vestuário, decoração ou acessório. Você pode também disponibilizar a estampa publicamente (no futuro existem planos de que você possa vender sua estampa para terceiros, ganhando uma comissão em […]

Usando o mesmo princípio do Twitter (mensagens curtas, de apenas 140 caracteres por vez) foi lançado o serviço 12 Seconds. Ainda em fase de testes e disponível apenas para convidados, esta iniciativa propoe vídeos curtos de até 12 segundos, como o nome sugere, para que as pessoas justamente digam o que estão fazendo ou pensando. […]

O Shopflick é um novo site de vendas para produtos “indie”. O diferencial da start-up é permitir a seus membros produzir vídeos que expliquem a origem e o processo de produção dos ítens disponíveis. A idéia é ser um espécie de etsy melhorada. A proposta é que o visitante descubra, assista, compartilhe e compre produtos […]

Hoje saiu uma matéria interessante no The New York Times sobre como as grandes empresas estão terceirizando seus problemas para serem resolvidos por profissionais de outras áreas. A matéria é, basicamente, sobre a InnoCentive, uma companhia americana que conecta organizações com problemas à pessoas no mundo todo. Quem conseguir resolver o problema, recebe um prêmio […]

Categorias: E*Ideias, Start-ups