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As obras da nova ala¬†Frank Gehry do Philadelphia Museum of Art devem terminar em 2020, mas isso n√£o significa que os amantes da arte n√£o possam desfrutar de algumas pe√ßas de estr√©ia. A empresa de design Pentagram desenvolveu uma tapume que funciona como uma parede de galeria ao ar livre. A empresa apelidou a instala√ß√£o de Construcionismo. O tapume conta com 75 pe√ßas das cole√ß√Ķes do museu, com trabalhos de artistas como Andy Warhol e Barbara Kruger.

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Exibido na bienal de arquitetura e urbanismo de Shenzen e Hong Kong no início deste ano, o projeto Mésarchitecture do coletivo Double Happiness transforma a estrutura de um outdoor em um playground no céu. Leiam mais aqui.

- via PSFK

Os desenvolvedores japoneses Qosmo Inc. e Teradadesign transformaran a fachada de um edif√≠cio no bairro de Tachikawa nos arredores de T√≥quio em um gigante QR Code e constru√≠ram um aplicativo especial para o iPhone que permite aos usu√°rios terem acesso din√Ęmico √†s informa√ß√Ķes relacionadas √†s coisas que acontecem dentro do pr√©dio.

Atrav√©s da leitura do c√≥digo QR com o celular as pessoas podem obter informa√ß√Ķes da loja, fazer reservas e ver os feeds de Twitter dos trabalhadores que est√£o l√° dentro (desde que eles habilitem a localiza√ß√£o geogr√°fica). O aplicativo n√£o est√° dispon√≠vel no iTunes, mas √© fornecidos sob demanda no atrav√©s de pedidos para o email info@qosmo.jp.

Vejam o funcionamento no blog do presidente da Qosmo e no vídeo abaixo:

N Building from Alexander Reeder on Vimeo.

Depois do vídeo que mostrava o Tetris humano de skatistas com placas de neon agora é a vez de conferir o Berlin Block Tetris, criado em After Effects por Sergej Hein em um projeto acadêmico.

O projeto Lights On √© uma instala√ß√£o √°udio-visual que fica na parte externa do Ars Electronica Center em Linz, √Āustria. A fachada do pr√©dio tem 1085 LEDs. E as cores s√£o trocadas em tempo real acompanhando a m√ļsica que toca em alto-falantes nas imedia√ß√Ķes do pr√©dio. A performance, que dura cerca de 10 minutos, foi concebida em apenas 3 dias. Confiram um trechinho no v√≠deo abaixo:


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A empresa indiana criadora do carro mais barato do mundo, o Tata Nano (comercializado por R$ 4.465), acaba de apresentar o seu novo bra√ßo de neg√≥cios que se incumbir√° de construir e vender as casas mais baratas do mundo, para popula√ß√Ķes de baixa renda, em Mumbai.

Apelidado de “Casas Nano”, o empreendimento lan√ßado pela Tata Housing, uma das companhias do Tata Group, vai oferecer no mercado imobili√°rio propriedades a partir de 390 mil r√ļpias (cerca de R$ 16,3 mil). Um apartamento deste tipo – de apenas 26m√ā¬≤ – consiste em um c√Ēmodo, onde sala, cozinha e quarto ocupam o o mesmo espa√ßo. Uma op√ß√£o mais cara √© um apartamento de 43m√ā¬≤, com cozinha e quarto separados por 670 mil r√ļpias, (cerca R$ 28,2 mil). Leiam mais aqui (em ingl√™s).

- via CCSP, Reuters e Tata Group

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Como parte do Scottish Design Awards, que conta com o apoio da revista brit√Ęnica Prospect, alguns renomados escrit√≥rios de arquitetura est√£o envolvidos em uma concorr√™ncia para a constru√ß√£o de casas de LEGO.: A Aedas, Gareth Hoskins Architects, Gm + Ad, Michael Gilmour Associates e RMJM devem mostrar que, nas m√£os de profissionais, mesmo um brinquedo poderia se tornar uma verdadeira obra arquitet√Ēnica.

O: trabalho dos arquitetos ser√° exibido em algumas exposi√ß√Ķes e ser√° vendido em leil√£o, em maio deste ano. Os fundos provenientes da venda ser√£o doados para a Sociedade Nacional de Apoio ao Autista (National Autistic Society). Leia mais aqui.

No √ļltimo final de semana resolvi mudar a rotina de andar sem rumo por Amsterdam e fui visitar a Biennale. E n√£o me arrependi.

Sa√≠ de casa √†s 12h em dire√ß√£o ao lounge central do ExperimentaDesign, que fica ao lado do museu de arte moderna de Amsterdam, o Stedelijk Museum. Chegando l√° descobri que o evento √© formado por tr√™s exposi√ß√Ķes principais, Urban Play (organizada pela Droog Design), “Sunday Adventure Club” e “Come to My Place“. Optei por, naquele domingo, visitar a Urban Play, j√° que sou f√£ da Droog.

Ainda no lounge recebi um mapa-itiner√°rio indicando todas as interven√ß√Ķes urbanas e galerias que fazem parte da Biennale. Recusei a op√ß√£o de alugar uma bike, j√° que estava com a minha. Segui ent√£o para um passeio de 2h ao longo do rio IJ, uma das √°reas mais agrad√°veis da cidade √Ę‚ā¨‚Äú embora supercomercial.

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A primeira interven√ß√£o que encontrei foi o “CycleRecycleCycle”, uma “casinha” montada quase em frente √† famosa casa de concertos da cidade, Concertgebouw, que oferecia um workshop para que os visitantes pudessem “pimp their bikes”, algo como “incrementar a sua bicicleta”. Fiquei um pouco decepcionada com a interven√ß√£o √Ę‚ā¨‚Äú estava esperando mais. Mais op√ß√Ķes de decora√ß√£o e tintas para pintar bikes. N√£o foi o caso, mas o conceito estava l√°.

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Em seguida passei pela “Plaited Fence”, uma cerca feita de sacos pl√°sticos e lixo encontrado nas ruas de Amsterdam. Achei a id√©ia interessante, sen√£o um pouco batida.

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Minha terceira parada foi o “Sculpt me Point”, criado por Mart√≠ Guix√©. Uma pedra enorme na qual qualquer pessoa pode esculpir o que quiser e contribuir com a obra. Diverti-me horrores e pelo que percebi, todos que estavam l√° tamb√©m.

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Na volta deparei-me com a “Moving Forest” que, como o nome diz, √© uma floresta em movimento. V√°rios carrinhos de supermercado cobertos por cascas servem de habitat para √°rvores de verdade. A execu√ß√£o est√° linda.

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A √ļltima interven√ß√£o pela qual passei, “Fish in the Sky”, √© formada por dezenas de peixinhos de pl√°stico que “nadam” no ar toda vez que o vento sopra – ou seja, o tempo todo j√° que Amsterdam √© a cidade dos ventos √Ę‚ā¨‚Äú pelo menos pra mim ;-)

Faltam v√°rias interven√ß√Ķes e as outras duas exposi√ß√Ķes para eu visitar, mas ainda tenho o m√™s todo pra elas…

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Desde o √ļltimo dia 18 acontece aqui em Amsterdam a 1√ā¬™ edi√ß√£o holandesa do ExperimentaDesign.

Ap√≥s quatro bem-sucedidas edi√ß√Ķes em Lisboa, a Biennale internacional dedicada ao design, arquitetura e cultura contempor√Ęnea foi convidada pela cidade de Amsterdam para uma edi√ß√£o holandesa. E como resultado do convite, a partir deste ano o evento anual acontecer√° alternadamente entre as cidades, sempre com programas diferentes.

O tema desta edi√ß√£o √© “Space and Place √Ę‚ā¨‚Äú Design for the Urban Landscape” e a id√©ia √© apresentar a cultura urbana como parque de divers√Ķes para o cidad√£o global. A programa√ß√£o do evento combina exposi√ß√Ķes, interven√ß√Ķes urbanas, palestras e debates.

Para a minha sorte, at√© o dia 2 de novembro a cidade continuar√° lotada de pessoas interessantes e transpirando arte em quase toda esquina √Ę‚ā¨‚Äú n√£o exatamente “em quase toda esquina”, mas d√° pra ter uma id√©ia ;-). Postarei aqui no e*id√©ias sobre as exposi√ß√Ķes e interven√ß√Ķes mais interessantes pelas quais eu passar. E se algu√©m mais estiver em Amsterdam durante esse per√≠odo, ser√° um prazer receber dicas e contribui√ß√Ķes.

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photo √ā¬© toshio kaneko

A Chanel comissionou a celebrada arquiteta Zaha Hadid para criar um pavilh√£o de arte itiner√°rio que abriga obras de quinze artistas contempor√Ęneos. Cada artista criou uma obra inspirada, pelo menos em parte, pela cl√°ssica bolsa matelass√™ desenhada por Coco Chanel em 1955.

Chamado Mobile Art, o projeto esteve em Hong Kong e T√≥quio no in√≠cio do ano e agora segue para Nova York, onde ficar√° de 20 de outubro a 09 de novembro no Central Park. Depois disso, Londres, Moscou e Paris ser√£o as √ļltimas cidades a receber o pavilh√£o.

Os artistas que criaram para o projeto incluem a francesa Sophie Calle, a sui√ßa Sylvie Fleury, o indiano Subodh Gupta e a coletiva russa Blue Noses. Os trabalhos, organizados por Fabrice Bousteau, editor da revista Beaux Arts, incluem esculturas, fotografias, v√≠deos e instala√ß√Ķes.

A origem do projeto foi a celebração do aniversário de cinqöenta anos da bolsa, em 2005, quando o atual estilista da maison, Karl Lagerfeld, desenhou e lançou uma nova versão da mais famosa das bolsas. O projeto levou alguns anos para ser concretizado.

Ap√≥s a √ļltima parada da “Mobile Art” em Paris em 2010, Chanel ter√° a op√ß√£o de comprar todas as obras de arte da exposi√ß√£o. Quanto a estrutura, propriedade da maison, ainda n√£o √© sabido qual ser√° seu futuro.

Acho interessantes alguns movimentos que est√£o acontecendo nas grandes metr√≥poles. E gosto de acompanhar algumas start-ups que surgem para melhorar a vida das pessoas e a rela√ß√£o delas com a cidade. Estes dias fiquei conhecendo o MovimentoUm, uma incorporadora que come√ßou a atuar na capital paulista e parte de conceitos muito interessantes de moradia para […]