
Esta empresa de Minas Gerais desenvolveu um sistema que rastreia via RFID os bois desde os primeiros meses até o abate através de um brinco eletrônico ou de uma cápsula cerâmica engolida pelo animal.
Por este sistema as informações (origem, peso, vacinas recebidas, onde pastou…) podem ser acessadas pelo consumidor através de um número impresso na bandeja podendo ser acessado a qualquer momento.
Não sei se tem tanto apelo assim para o consumidor final (meio mórbido talvez) mas para as empresas produtoras e exportadoras de carne bovina, os açougues e supermercados pode ser uma garantia de que o produto tem qualidade (no sentido do bem estar e da saúde do animal) e não está associado a fazendas que praticam desmatamento, trabalho escravo e outras práticas condenáveis.