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	<title>Comments on: Target: Alexander McQueen</title>
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		<title>By: Paula Rizzo</title>
		<link>http://eideias.nu/2009/02/11/target-alexander-mcqueen/comment-page-1/#comment-1796</link>
		<dc:creator>Paula Rizzo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 19:01:07 +0000</pubDate>
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		<description>Danilo, são muitas as iniciativas desta natureza num âmbito global. Acho que cada uma merece ser avaliada em suas especificidades.

Mas, em linhas gerais, me parece que para os compradores das verdadeiras griffes fica sempre muito explícito que estas são coleções acessíveis e totalmente diferentes das que os estilistas têm nas suas próprias lojas, ou seja, não tem muito o que confundir e não vai ser isso que vai abalar sua percepção de prestígio e glamour. Para os estilistas deve valer a pena não só comercialmente como também por ser uma forma de dar acesso à (sua) moda para um outro target. Se eu fosse estilista ou detentora de uma marca de luxo, tomaria o cuidado de associar o projeto a uma causa, uma iniciativa social ou alguma coisa que faça sentido em larga escala. E /ou desenvolveria acessórios acessíveis a qualquer um (como os band-aids fashion de A&#039;H e Marc Jacobs). Podem ser os band-aids mais caros do mundo mas, ainda assim, são acessíveis à maior parte das pessoas.

Gosto por exemplo dos conceitos da H&amp;M com Madonna e TopShop com Kate Moss. Elas não são estilistas mas ajudaram a desenhar coleções e assinaram com o seu nome. Em ambos os casos com muito sucesso.

Obrigada pelo comentário e pelo convite à reflexão.

Abs,
Paula</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo, são muitas as iniciativas desta natureza num âmbito global. Acho que cada uma merece ser avaliada em suas especificidades.</p>
<p>Mas, em linhas gerais, me parece que para os compradores das verdadeiras griffes fica sempre muito explícito que estas são coleções acessíveis e totalmente diferentes das que os estilistas têm nas suas próprias lojas, ou seja, não tem muito o que confundir e não vai ser isso que vai abalar sua percepção de prestígio e glamour. Para os estilistas deve valer a pena não só comercialmente como também por ser uma forma de dar acesso à (sua) moda para um outro target. Se eu fosse estilista ou detentora de uma marca de luxo, tomaria o cuidado de associar o projeto a uma causa, uma iniciativa social ou alguma coisa que faça sentido em larga escala. E /ou desenvolveria acessórios acessíveis a qualquer um (como os band-aids fashion de A&#8217;H e Marc Jacobs). Podem ser os band-aids mais caros do mundo mas, ainda assim, são acessíveis à maior parte das pessoas.</p>
<p>Gosto por exemplo dos conceitos da H&#038;M com Madonna e TopShop com Kate Moss. Elas não são estilistas mas ajudaram a desenhar coleções e assinaram com o seu nome. Em ambos os casos com muito sucesso.</p>
<p>Obrigada pelo comentário e pelo convite à reflexão.</p>
<p>Abs,<br />
Paula</p>
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		<title>By: Danilo Idman</title>
		<link>http://eideias.nu/2009/02/11/target-alexander-mcqueen/comment-page-1/#comment-1795</link>
		<dc:creator>Danilo Idman</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 17:57:50 +0000</pubDate>
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		<description>Até que ponto é lucrativo para uma marca da alta costura ter sua imagem associada ao mercado varejista?
Claro que o numero de peças vendidas é infinitamente maior, mas e a questão do status e luxo, que na maioria dos casos é o único valor a ser percebido pelo cliente? Como fica?
No Brasil temos exemplos ruins, como o de Fause Haten com C&amp;A, assim como exemplos de sucesso como Herchcovitch para a Cori.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Até que ponto é lucrativo para uma marca da alta costura ter sua imagem associada ao mercado varejista?<br />
Claro que o numero de peças vendidas é infinitamente maior, mas e a questão do status e luxo, que na maioria dos casos é o único valor a ser percebido pelo cliente? Como fica?<br />
No Brasil temos exemplos ruins, como o de Fause Haten com C&amp;A, assim como exemplos de sucesso como Herchcovitch para a Cori.</p>
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