A McCann Toronto lançou dois comerciais para o início da temporada de Hockey. Ambos muito bem produzidos pela também canadense Crush. Confiram abaixo “Pep Talk”, e aqui neste link “Timeline” (comercial incrível estrelado por Bobby Orr, hoje sessentão, mas que fez história nos anos 70).
Gostei mesmo deste filme produzido pela sueca Independent. Sutil, interessante, diferente. Confiram:
Saíram esta semana dois novos comerciais da campanha da Apple Mac vs PC. “V Word“, que tira sarro do Vista e “Bean Counter”, um contra-ataque à campanha da Microsoft,: no qual o PC conta o dinheiro e o redistribui entre o que iria ser gasto na sua campanha publicitária (uma tiração de sarro dos US$ 300 milhões investidos na campanha que começou com Seinfeld e Gates e depois mudou de rumo) e o montante que seria investido para consertar os bugs do Vista.
Confiram “Bean Counter”:
O novo comercial de Honda Accord linha 2009 está longe de ser brilhante (ou mesmo novo) do ponto de vista criativo mas tem uma produção interessante assinada pela Motion Theory.
O mais recente filme da campanha Switch, da MTV, que reúne práticas para contribuir com o planeta, encoraja as pessoas a usarem menos a descarga. O filme criado pela Ogilvy de Londres encoraja uma prática que, com esse calorão, espero sinceramente que não pegue por aqui…
De acordo com estudo da iSuppli Corp, em 2008 cerca de 39% dos carros novos no mercado americano vieram equipados de fábrica com conectores para iPod (e outros mp3 players). Para 2009 espera-se que este número passe para 58%. E conectividade bluetooth (muito utilizada para atender a ligações no carro) deverá estar presente em 82% dos novos veículos.
Com tanta distração a bordo e com o crescente número de acidentes que acontecem com pessoas usando celular ao volante, começam a surgir alguns serviços interessantes na contra corrente deste movimento. A canadense Aegis Mobility criou um sistema que bloqueia o uso de celulares em veículos em movimento impedindo motoristas de receberem chamadas ou textos – leia nota de 3a no Blue Bus aqui e veja aqui uma demo do produto aqui.
Alguns fabricantes podiam entrar nessa e talvez, ao invés de colocar o viva-voz no carro, podiam se associar a empresas como a Aegis Mobility, criar serviços personalizados com a sua marca e ainda faturar com isso. Não acha?
Confiram abaixo o mais recente comercial de Sony Bravia na Nova Zelândia, filmado na Índia, e criado pela Bates 141 de Cingapura. Não tem a mesma pegada dos comerciais criados pela Fallon (embora claramente tente ir na mesma direção) mas é interessante.

O designer dinamarquês Sebastian Campion criou um conceito de “souvenir” que reflete bem o espírito do tempo e possui um componente social.
As camisetas têm textos inspirados em 15 artistas renomados que têm suas obras exibidas no Museu de Arte Contemporânea de Roskilde.
Os visitantes só podem comprar se fornecerem seu nome e endereço que prontamente são subidos para o Google Maps, mostrando onde estão os compradores da camiseta. Confiram mais no site do projeto.
Confiram abaixo a mais nova execução da campanha Mac vs. PC, criada pela TBWA\Media Arts Lab.
Novo comercial inglês do PSP criado pela Mike & Blake, de Londres. Você acha que vai ver mais uma cena de bullying mas não é nada disso…
O Gustavo Mini me mandou e achei bem interessante ver este tipo de projeto rolando aqui no Brasil. Para comemorar os 35 anos da agência, a Escala de Porto Alegre criou uma ação em que patinadoras munidas de GPS circularam pela cidade “escrevendo” a frase “Escala, 35 anos desafiando a inércia”. Confiram mais do projeto [...]
Os consumidores da loja de conveniência 7-Eleven nos EUA podem escolher se tomam seu café no copo do Obama ou do McCain. Até o momento a escolha tem recaído sobre o Obama: 59.68% vs. 40.32%. Os resultados podem ser checados aqui, no hotsite da campanha, onde também é possível uma visualização por estado.
Aqui abaixo temos finalmente o comercial de Honda Civic que faz parte da ação já comentada anteriormente aqui de produzir uma “estrada musical”. Neste link tem vários vídeos de making of. Não sei vocês, mas achei que a idéia era mais legal do que acabou sendo a execução…





