
Já foi notÃcia aqui no Blue Bus que a britânica BBH foi a primeira agência do mundo a fincar o pé no Second Life. E que a Leo Burnett já tem planos por lá leia aqui. Bom, mais difÃcil é saber quem não tem. A comunidade já tem mais de 820 mil membros e gira uma quantia superior a 350 mil dólares/dia. Nada mau…
Penso, contudo, que vale uma reflexão sobre o tipo de postura que se deveria adotar neste “universo paralelo”. A tentação de reproduzir o mundo tal como conhecemos dentro do Second Life é grande. Afinal isso seria o mais fácil, o mais óbvio e talvez o mais rápido. Mas, se a sua empresa tivesse uma “2a chance” de atuar no mundo – num mundo que já surge com caracterÃsticas bem diferentes do que vivemos; nasce na nova economia e não na era pós revolução industrial – ela faria mesmo tudo igual?
Para além disto, num mundo de teletransporte, criar carros não parece muito inteligente. E digo isso apesar de ter achado a ação feita pela Toyota lá dentro até bacana. No mundo de hoje – e no SL nem se fala – acho que faria mais sentido pensar em Toyota mais como marca e menos como montadora. Enfim, fica lançado o convite a uma reflexão mais abrangente. Nada contra a Toyota, mesmo porque acredito que o pioneirismo tem o seu Ônus. Precisei do exemplo para ilustrar o ponto e convidar para este questionamento.
- post publicado em 04/10/06





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